Viver no Copan | Capítulo 1

Pelo lado de fora, as curvas do Edifício Copan delineiam o horizonte de São Paulo, mas no apartamento dos designers Fernanda Ficher e Daniel Trench, juntos há quase 5 anos, a graça está mesmo é no lado de dentro. Apesar de admirar o prédio desde sempre, o casal não imaginava que um dia moraria em um dos principais marcos arquitetônicos da cidade – afinal as unidades são disputadíssimas – porém a sorte deu uma forcinha e eles descobriram, meio por acaso, um apê à venda bem na época em que estavam pensando em se mudar.
Tudo branco

As versões tradicionais têm seu mérito, mas os arranjos de Natal não precisam necessariamente seguir os tons de vermelho e verde – aliás, um pouquinho de novidade não faz mal a ninguém. Nossa sugestão para essa época do ano é apostar em um arranjo monocromático e com espécies delicadas, sem muita afetação.
Mamusca

Antes de se tornar mãe, Elisa Roorda enxergava o universo infantil como algo bem distante, porém a chegada de Nina e Sofia virou seu mundo de cabeça para baixo – no melhor dos sentidos. Além de cultivar outros hábitos e descobrir novas prioridades, ela revisitou sua época de criança e tudo de mais gostoso que viveu durante a infância. Apesar de aproveitar essa fase ao máximo, Elisa ainda sentia falta de alguma coisa: um espaço coletivo em São Paulo para mães e bebês que agradasse a toda a família. Foi então que, ao lado de Janaina Pereira, mãe de Joaquin e Valentin que passava pelo mesmo dilema, ela decidiu abrir um negócio inovador em Pinheiros, o Mamusca.
Leveza carioca | Capítulo 2

Antes de encontrar esse apê, que já havia sido reformado anteriormente e possuía ambientes bem integrados na área de estar, Claudia nunca imaginou que gostaria de ter uma cozinha aberta, porém hoje ela recomenda essa solução a todos. O cômodo, amplo e iluminado, ganhou uma distribuição interessante bolada pela própria moradora: “Para mim foi um prazer tocar a obra. Eu sentava com as medidas na mão, um papel e uma caneta e as ideias vinham. Pensar em como deixar os eletrodomésticos à mostra foi uma grande novidade.”, relembra.
Leveza carioca |Capítulo 1

Um casal de cariocas morando em uma rua chamada Maracanã em São Paulo é uma coincidência no mínimo divertida. Claudia Imperial, cenógrafa e desenhista industrial com foco em branding, e Vicente Rezende, executivo de internet, vieram para a cidade a trabalho há alguns anos e aqui ficaram, porém o lifestyle descomplicado do Rio de Janeiro nunca os abandonou. Em busca de sossego, eles montaram seu lar em um apê iluminado, silencioso e com o Pico do Jaraguá no horizonte.
Bowl com suculentas

De uns tempos pra cá as suculentas viraram as queridinhas de quem não tem muita experiência no cultivo de plantas, e é fácil entender o motivo: além de serem mais simples de cuidar, já que não precisam de muita água, elas são resistentes e suportam longos períodos sem regas – ou seja, são perfeitas para os esquecidos de plantão.
Mania de reforma | Capítulo 2

O arquiteto Jr. Zangari nunca foge de uma reforma, principalmente se ela envolve grandes mudanças. Talvez isso explique porque ele se interessou tanto por uma casa dos anos 70 na Vila Madalena – mesmo estando longe do ideal na época da compra, o imóvel antigo apresentava muitas possibilidades. Usando acabamentos simples e com um pézinho no estilo industrial, o morador revitalizou o sobrado e trouxe personalidade aos espaços.
Mania de reforma | Capítulo 1

O cenário não era dos mais animadores: uma casa construída na década de 1970, com a estrutura detonada e sem os revestimentos daquela época, removidos durante uma reforma. Mesmo com tantos fatores pesando contra, o arquiteto e publicitário Jr. Zangari foi capaz de enxergar o potencial do sobrado de 140m² na Vila Madalena, comprado por ele há cerca de dois anos. Após seis meses de obra e alterações em praticamente todos os cômodos, ele conseguiu modernizar o imóvel sem descaracterizá-lo, resgatando a beleza dos elementos originais.
Estúdio Pulpo

Como toda criança imaginativa, durante a infância Rafaela Paoli pensou em seguir inúmeras carreiras mirabolantes. Sonhava em ser médica, astronauta, advogada, geóloga… Conforme ela foi crescendo a criatividade continuou a fazer parte de sua realidade, porém dessa vez os objetivos estavam mais claros. Bem na época em que a Rafa precisava definir o curso que faria na faculdade, e, de certa forma, o curso que sua vida tomaria, ela descobriu o design gráfico.