Esse post faz parte de uma série de matérias produzidas em parceria com o ELO7, o maior site brasileiro de produtos feitos à mão. Acreditamos que assim como os espaços, as peças autorais também podem contar histórias, por isso juntos vamos mostrar 3 decorações de estilos bem diferentes para provar que sempre é possível ter uma casa fora de série. Acompanhem…

Criatividade é o que não falta no apartamento de Anna. Cheio de quadros nas paredes, cores alegres nos móveis e muitos objetos divertidos espalhados por todos os cantos, o lugar se transformou em um refúgio não apenas para ela, mas também para a mascote Avelã, para as plantinhas cultivadas com cuidado e para todos os amigos que costumam aparecer com ou sem convite. A moradora acredita na troca entre as pessoas, por isso defende: “Quanto mais ocupado de vida fica o apê, mais ele se torna um lar.”.

Ao longo dos últimos três anos os espaços aos poucos foram assumindo a personalidade de Anna, porém quando ela adquiriu o imóvel tudo era bem diferente. A configuração do prédio, que tem mais de 30 anos, trazia ambientes compartimentados e mal iluminados, já que o excesso de paredes bloqueava consideravelmente a entrada de luz. Mesmo com esses empecilhos a futura moradora percebeu que o apartamento tinha muito potencial e que com as alterações certas poderia ficar do jeitinho que ela queria – amplo, funcional e com cara de loft.

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Com muitas ideias na cabeça e a vontade de se mudar logo, Anna foi atrás de alguém que pudesse lhe auxiliar na reforma e definir os detalhes técnicos do projeto. Por indicação de uma amiga, ela acabou conhecendo o trabalho da arquiteta Marcella Loeb e se identificou com seu estilo – a partir daí as duas sentaram juntas inúmeras vezes para decidir o que poderia ser feito em cada cômodo. Nos cinco meses seguintes o quebra-quebra foi intenso: a sala de estar foi ampliada e agora se integra ao home office e à cozinha, alguns dos acabamentos antigos foram substituídos e os quatro dormitórios originais redistribuídos para formar duas suítes mais confortáveis, sendo que uma delas ganhou até closet.

A estrutura e a própria arquitetura do prédio favoreceram todas essas modificações, mas o que estava em boas condições foi mantido para preservar a história da construção, como as janelas de esquadrias pretas, o piso de tacos e as portas de madeira. Com a intenção de criar uma atmosfera moderna, a moradora priorizou a princípio os tons neutros, que aparecem em quase todos os revestimentos, porém no meio do caminho ela percebeu que poderia inserir toques coloridos para contrabalancear todo aquele cinza e preto. Assim vieram as poltronas amarelas, o armário verde de ar industrial, o frigobar azul bebê, as prateleiras vermelhas da cozinha…

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O desejo de trazer um pouco de natureza para dentro do apê surgiu recentemente, alguns meses atrás. Como o endereço fica a poucas quadras do Parque Ibirapuera, o verde já estava presente na rotina de Anna, mas quando ela sentiu que a casa precisava de mais vida, as plantas foram a solução perfeita. Amigos que entendem do assunto a ensinaram e deram dicas sobre espécies que poderiam se adaptar bem a ambientes fechados, como suculentas e pequenos cactos, porém ela confessa que ainda está no processo de aprender a lidar com cada uma delas.

Livre de regras, o apartamento é prova de que o conceito de casa depende muito do olhar de cada um. Para Anna, morar tem a ver com cultivar os espaços todos os dias, receber os amigos para jantar, reunir objetos queridos, expor coisas que a inspiram, ter estantes e mesas repletas de livros e brincar com a Avelã sempre que possível. É, nesse apê definitivamente não falta criatividade, mas não falta sentimento também!

Fotos por Luiza Florenzano

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